Isabel Lucas
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Entrevista
Exclusivo para assinantes Bret Easton Ellis: “Deixou de haver espaço para a metáfora”
Branco é um conjunto de oito textos que pode ser lido como um longo ensaio sobre a decadência da cultura, o fim de um tempo que terá sido precipitado pelas redes sociais. Um balanço negro, um texto nascido da raiva.
Isabel Lucas em Nova Iorque -
Entrevista
Exclusivo para assinantes Marlon James: “O realismo é muito pouco real. Ou é real para uma pequena minoria”
É um gesto radical: passar para a escrita a experiência das narrativas orais africanas. Leopardo Negro, Lobo Vermelho pode ser ficção científica, policial ou épico. O seu autor até não resistiu à provocação: seria uma Guerra dos Tronos africana. É a criação de um universo vertiginoso de fantasia, violência, dor. A fantasia, diz Marlon James, vencedor do Booker, é mais inclusiva do que o realismo. Diz-nos verdades.
Isabel Lucas em Nova Iorque -
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05. Reportagem "Viagem ao país do futuro"
Exclusivo para assinantes A paixão segundo Raduan Nassar
Apaixonou-se várias vezes, a mais forte foi pela literatura. Abandonou-a há 30 anos, após três livros e após ser considerado um dos grandes autores de língua portuguesa. Tornou-se agricultor, declarou que não voltaria a falar de literatura e só quebrou o silêncio pela política. Não ganhou. Aos 83 anos, num dia de Setembro, Raduan Nassar abriu-nos a porta.
Isabel Lucas (texto e fotos) -
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Javier Marías
Exclusivo para assinantes “No princípio, era a liberdade da irresponsabilidade. Agora, é a simples evasão”
A traição, o engano, o poder, a verdade e a mentira são temas recorrentes nos romances de Javier Marías, que tiveram uma génese apurada em Todas as Almas. O romance faz 30 anos e tem nova edição em Portugal. Motivo para uma conversa na casa do escritor, em Madrid, até ao cair da noite. Com um elogio à invenção, o desprezo pela “literatura das penas” e o receio de um regresso ao primitivismo civilizacional sempre que se confunde literatura com literalidade.
Isabel Lucas em Madrid -
Entrevista
Exclusivo para assinantes João Fernandes: “O Brasil está muito crispado e a arte pode ajudá-lo a pensar”
Depois de Serralves e do Museu Rainha Sofia, o curador português assumiu a direcção do importante Instituto Moreira Salles, onde quer continuar a dar protagonismo aos olhares transgressores, aos que confrontam um sistema que confunde arte com mercado. Para já, diz, está a ser um privilégio testemunhar “a energia do Brasil” e o “empoderamento” dos seus sectores menos privilegiados.
Isabel Lucas em São Paulo
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