Em comemoração dos 25 anos da sua ligação profissional ao fado, Aldina Duarte atira-se a clássicos de Tony de Matos, Amália, Carlos do Carmo, Maria da Fé ou Beatriz da Conceição. Roubados é Aldina a mostrar-nos o fado como razão de viver.
O Porto/Post/Doc dedicou este ano uma retrospectiva a dois dos cineastas mais falados e menos vistos do cinema português. Em debate, Regina Guimarães, João Pedro Rodrigues, Manuel Mozos e Tiago Baptista falaram de uma obra inesgotável.
Cláudia Varejão, Matías Piñeiro, Paulo Branco e Pedro Pinho trouxeram ao Fórum do Real do Porto/Post/Doc uma reflexão sobre as mudanças de paradigma e de condições de produção na ficção e no documentário.
São Jorge, de Marco Martins, Cartas da Guerra, de Ivo Ferreira, e A Fábrica de Nada, de Pedro Pinho, são alguns dos filmes portugueses a exibir no Outono em 25 cidades italianas.
Num Locarno que continua a tratar bem Portugal, e que premiou Tiago Hespanha e Pedro Marques com bolsas de pós-produção, um belo retrato de mulher do Brasil (Temporada) e dois títulos sobre comunidades em (re)construção: M e Yara.
Em 2018, o festival de Vila do Conde mostra três novas produções próprias - as primeiras a “saírem fora” do “caderno de encargos” que o Curtas tinha estabelecido.
O novo filme de Manuel Mozos é a sua melhor ficção desde Xavier, nem Jarmusch nem Gomes mas completamente Mozos.
Ramiro, que esta quinta-feira chega às salas portuguesas, é um filme em que encontramos os temas e as aflições recorrentes do cinema do realizador de Quatro Copas. Desta vez Manuel Mozos não escreveu o argumento, mas sentiu-se bem “interpretado”.
Manter um cinema de rua no Porto com sessões diárias parecia uma ideia romântica, mas, um ano após a reabertura da sala, a afluência regular do público sugere que valeu a pena correr o risco.
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