Perfil
Eduardo Palaio, o guardião da tipografia
Nasceu numa tipografia e toda a vida tentou fugir daquele trabalho “tremendo”. Foi cartoonista com José Vilhena, andou no Ultramar, depois na acção oposicionista ao regime. Tem livros premiados, pinta quadros “para ganhar dinheiro” e acabou por regressar à tipografia da família no Seixal. Há uns anos, transformou-a num museu para que a importância civilizacional daquele advento não fique esquecida na profusão do digital.